É provar. Desde setembro de 2025 o STF fixou cinco requisitos cumulativos para cobertura fora do rol da ANS — e uma peça que não os enfrenta um a um perde no mérito, por melhor que esteja redigida.
O Atlas Med mede a prova do seu caso contra esses critérios antes de gerar o documento, e diz o que ainda falta.
Entrar pede acesso liberado — o app guarda dado de paciente e não fica aberto. Quem autentica é o os.lsc-lab.com, a entrada única do ecossistema; o app não tem tela de senha própria. Conferir um documento não pede conta nenhuma: é o validador público, e funciona para farmácia, RH ou operadora que receber uma peça.
A ADI 7.265 devolveu o rol à condição de taxativo mitigado: fora do rol, a cobertura depende de todos estes — juntos.
Prescrição por médico assistente habilitado.
Sem negativa expressa da ANS, nem pendência de análise no rol.
Sem alternativa terapêutica adequada já prevista no rol.
Eficácia comprovada à luz da medicina baseada em evidências.
Registro na Anvisa do medicamento ou produto indicado.
O paciente chega, a consulta é gravada com o consentimento dele, e o app transcreve, separa o que foi dito e monta a pauta do que faria — receita, atestado, o que ainda falta provar no caso. Nada é emitido. Autonomia para preparar; assinar é do médico, porque o documento sai com o CRM dele.
A transcrição roda na máquina do consultório. Sem o registro de consentimento, o app nem transcreve — e o que sai para categorizar vai sem nome, CPF, telefone, e-mail nem datas.
Não é resumo: é o trecho literal com o instante do áudio. Clicar no tempo posiciona a gravação ali. Conferir custa um clique — e por isso vira coisa que se faz.
Quem calcula o instante é o app, procurando a frase na transcrição. Frase que não é encontrada não vira item. Invenção de modelo vira erro detectável, não sintoma no prontuário.
Todo item nasce pendente. O que o médico confirma entra no registro e passa a sustentar os requisitos de prova do caso; o resto é sugestão, e sugestão não prova nada.
O que falta provar aparece junto com de onde costuma vir — e requisito que a fala confirmada sustenta sai da lista sozinho, sem ninguém marcar caixa nenhuma.
Um botão em toda tela: diga “atestado de cinco dias” e o formulário abre preenchido. Preenche e mostra, nunca emite — “cinco” e “quinze” são uma sílaba de distância.
Com as travas que evitam o erro caro: CID só com autorização, controlado barrado sem a lista, e documento com lacuna não é emitido.
Todo documento sai com um código. Farmácia, RH ou operadora confere sem precisar de conta — e adulteração é detectada.
Exames, documentos e casos anteriores numa linha do tempo. Operadora que negou uma vez costuma negar de novo pelo mesmo motivo.
PDF, chapa em JPEG ou TIFF, DICOM, ou o estudo zipado. Até 120 MB — o original, guardado com verificação de integridade.
A Resolução 2.454/2026 como portão: nove usos de IA declarados com risco, e sem revisão médica registrada não há emissão.
Instala como aplicativo e funciona com rede ruim. Nenhum dado de paciente fica guardado no aparelho.
Preferimos que você saiba disto agora, e não na primeira tentativa de usar.
O Atlas Med está em demonstração. Sem o certificado ICP-Brasil do médico configurado, todo documento sai carimbado RASCUNHO — SEM VALIDADE LEGAL, e essa marca fica dentro do conteúdo selado: não existe opção para removê-la, e isso é intencional.
Ou seja: dá para percorrer o produto inteiro, medir casos reais e ver as peças que ele gera — mas o que sair hoje não vale perante farmácia, RH, INSS, operadora ou juízo. Com o certificado instalado, a mesma emissão passa a valer.
Receita de medicamento controlado segue bloqueada: a RDC 873/2024 exige que ela saia de plataforma integrada ao SNCR, e essa integração é da plataforma de prescrição — não deste app. Enquanto não estiver confirmada, o app recusa, que é o lado seguro.
Entrar pede acesso liberado, pelo os.lsc-lab.com. Conferir, não.