Atlas Med
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O plano negou. O problema não é escrever bonito.

É provar. Desde setembro de 2025 o STF fixou cinco requisitos cumulativos para cobertura fora do rol da ANS — e uma peça que não os enfrenta um a um perde no mérito, por melhor que esteja redigida.

O Atlas Med mede a prova do seu caso contra esses critérios antes de gerar o documento, e diz o que ainda falta.

Entrar pede acesso liberado — o app guarda dado de paciente e não fica aberto. Quem autentica é o os.lsc-lab.com, a entrada única do ecossistema; o app não tem tela de senha própria. Conferir um documento não pede conta nenhuma: é o validador público, e funciona para farmácia, RH ou operadora que receber uma peça.

35 milqueixas por negativa em 2025 o maior número da série recente
15,89%dos valores glosados em primeira análise era 11,89% em 2023
5requisitos que precisam ser atendidos juntos STF, ADI 7.265
18prazos que correm em paralelo e um deles corre contra você
A diferença

Gerar documento é fácil. Saber se ele se sustenta, não.

Escrevendo do zero, ou com IA genérica
  • A peça sai completa e você descobre no indeferimento o que faltava
  • Súmula revogada citada por engano — ela ainda circula em milhares de modelos
  • Prazo que já venceu, porque ninguém contava os dias úteis
  • Laudo transcrito à mão, sem a medida e sem quem assinou
  • Ganhou ou perdeu? Ninguém anotou, e no caso seguinte se começa do zero
Com o Atlas Med
  • A nota da prova aparece antes da peça, com o que falta em cada requisito
  • Norma revogada é bloqueada, com o motivo escrito
  • Prazo em dias úteis, e o descumprido pela operadora vira fundamento
  • Laudo anexado como PDF, imagem ou DICOM — o original, não a transcrição
  • Desfecho registrado: o que ganhou, contra quem, por qual via
O motor

Os cinco requisitos, medidos um a um

A ADI 7.265 devolveu o rol à condição de taxativo mitigado: fora do rol, a cobertura depende de todos estes — juntos.

1

Prescrição por médico assistente habilitado.

2

Sem negativa expressa da ANS, nem pendência de análise no rol.

3

Sem alternativa terapêutica adequada já prevista no rol.

4

Eficácia comprovada à luz da medicina baseada em evidências.

5

Registro na Anvisa do medicamento ou produto indicado.

A consulta

O app prepara a consulta inteira. E para antes de assinar.

O paciente chega, a consulta é gravada com o consentimento dele, e o app transcreve, separa o que foi dito e monta a pauta do que faria — receita, atestado, o que ainda falta provar no caso. Nada é emitido. Autonomia para preparar; assinar é do médico, porque o documento sai com o CRM dele.

O áudio não sai do servidor

A transcrição roda na máquina do consultório. Sem o registro de consentimento, o app nem transcreve — e o que sai para categorizar vai sem nome, CPF, telefone, e-mail nem datas.

Cada item traz o segundo em que foi dito

Não é resumo: é o trecho literal com o instante do áudio. Clicar no tempo posiciona a gravação ali. Conferir custa um clique — e por isso vira coisa que se faz.

O que ninguém falou é descartado

Quem calcula o instante é o app, procurando a frase na transcrição. Frase que não é encontrada não vira item. Invenção de modelo vira erro detectável, não sintoma no prontuário.

Só o confirmado conta

Todo item nasce pendente. O que o médico confirma entra no registro e passa a sustentar os requisitos de prova do caso; o resto é sugestão, e sugestão não prova nada.

A pauta mostra o buraco

O que falta provar aparece junto com de onde costuma vir — e requisito que a fala confirmada sustenta sai da lista sozinho, sem ninguém marcar caixa nenhuma.

Falar com o app

Um botão em toda tela: diga “atestado de cinco dias” e o formulário abre preenchido. Preenche e mostra, nunca emite — “cinco” e “quinze” são uma sílaba de distância.

Também faz

O consultório inteiro, não só a defesa

Receita, atestado e pedido

Com as travas que evitam o erro caro: CID só com autorização, controlado barrado sem a lista, e documento com lacuna não é emitido.

Verificação pública

Todo documento sai com um código. Farmácia, RH ou operadora confere sem precisar de conta — e adulteração é detectada.

Ficha do paciente

Exames, documentos e casos anteriores numa linha do tempo. Operadora que negou uma vez costuma negar de novo pelo mesmo motivo.

Laudo de verdade

PDF, chapa em JPEG ou TIFF, DICOM, ou o estudo zipado. Até 120 MB — o original, guardado com verificação de integridade.

Conformidade CFM

A Resolução 2.454/2026 como portão: nove usos de IA declarados com risco, e sem revisão médica registrada não há emissão.

No celular

Instala como aplicativo e funciona com rede ruim. Nenhum dado de paciente fica guardado no aparelho.

Transparência

Em que pé está, hoje

Preferimos que você saiba disto agora, e não na primeira tentativa de usar.

Demonstração — ainda não emite documento com validade legal

O Atlas Med está em demonstração. Sem o certificado ICP-Brasil do médico configurado, todo documento sai carimbado RASCUNHO — SEM VALIDADE LEGAL, e essa marca fica dentro do conteúdo selado: não existe opção para removê-la, e isso é intencional.

Ou seja: dá para percorrer o produto inteiro, medir casos reais e ver as peças que ele gera — mas o que sair hoje não vale perante farmácia, RH, INSS, operadora ou juízo. Com o certificado instalado, a mesma emissão passa a valer.

Receita de medicamento controlado segue bloqueada: a RDC 873/2024 exige que ela saia de plataforma integrada ao SNCR, e essa integração é da plataforma de prescrição — não deste app. Enquanto não estiver confirmada, o app recusa, que é o lado seguro.

Entrar pede acesso liberado, pelo os.lsc-lab.com. Conferir, não.